Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Nesta secção do blog, tentamos mostrar o automóvel favorito, de cada elemento do grupo.

 

 

O automóvel preferido do Luís é um Audi Q7, tanto pela sua aparência robusta, como pela velocidade que este pode alcançar.

 

 

 

 

 

 

Bem, como adepto de grandes velocidades, não pela beleza desta máquina mas sim pelo que é capaz de fazer o Milton, escolheu este Mercedes SLS.

A Mercedes não deixa de apostar nas novidades, mesmo estando em tempo de crise. À umas semanas atrás foram anunciados número, preços e outras informações oficiais sobre o que será o concorrente directo de máquinas como Porcshe 911 e Audi R8. O Mercedes SLS Gulwing conta com 571 cavalos de potência, um motor em V com 8 cilindros que irá dispensar turbo. Umas caixas com 6 velocidades que  serão necessárias para atingir a velocidade máxima de 315 km/h.  

 A sua aceleração dos 0 aos 100 é de apenas 3.8 s.
O preço, como já seria de esperar, tem um número bem grande. Estima-se que na Europa irá custa à volta de 140.000 euros. É de referir que o lançamento do Mercedes-Benz SLS AMG Gullwing será, se não houverem atrasos na sua produção, no próximo ano de 2010.

 

 

 Por ultimo, o automóvel, preferido do Manuel é o BMW X6, cujas caracteristicas são:

 

O novo BMW X6 é o primeiro Sports Activity Coupé do mundo. Consubstancia a agilidade, performance e design atlético de um grande BMW Coupé e a versatilidade de um SAV. Com o X6 a BMW volta a criar um conceito de veículo completamente novo. O X6 apresenta ainda duas estreias técnicas mundiais. O sistema Dinamic Performance Control de série e o primeiro motor de arquitectura V8 a gasolina, dotado de tecnologia Bi-Turbo e injecção de alta precisão, HPI. É o propulsor mais eficiente da sua classe.

 

 

 

publicado por meecanicaautomovel às 21:28

Olá. Somos o grupo “Os bate-chapa”, da Escola Secundária de Moura.
O nosso grupo está a tratar a temática “Mecânica Automóvel”. 
O grupo, está constituido, por três elementos. Luis Pica, Manuel Lavaredas e Milton Ramos
Com este blog, tentamos ajudar, todos os seus visitantes, a perceber, algo mais sobre a dita temática, que é bastante complicada e complexa.
publicado por meecanicaautomovel às 17:32

 

INTRODUÇÃO DA MECÂNICA AUTOMÓVEL

 

 

Antigamente a Mecânica Automóvel era bastante simples, quem sabia mexer num automóvel estava apto para trabalhar em qualquer um, pois era tudo muito simples e sem mistério. Actualmente a Mecânica Automóvel encontra-se bastante diferente, não é tão simples ser mecânico pois com a tecnologia avançada dos automóveis novos e modernos há que actualizar-se, caso contrário acaba tendo de fechar as portas.

Ainda existem muitos carros antigos cuja Mecânica Automóvel permanece a mesma, porém a grande maioria conta com inovações que obriga a todos que se consideram peritos em Mecânica Automóvel a fazerem actualizações, seja participando de cursos, seja estudando a distância fazendo cursos que estão sendo oferecidos através da internet, que tratam tanto de Carros Clássicos como de Carros Populares.

 

publicado por meecanicaautomovel às 17:30

Evolução Autómovel.



 

História

        

 

 

O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este foi produzido, em 1885, pelo alemão Karl Benz e possuía um motor a gasolina. Depois foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos, inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler.

 

 

Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte.

 

 

 

Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc.

 

No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza.

Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série.

 

 

 

 

Evolução

 

A evolução do automóvel até à máquina dos dias hoje foi muita. O automóvel evoluiu bastante desde a sua concepção, no século XIV, por Martini, pintor italiano. Do século XIV até ao final do século XIX registaram-se apenas evoluções esporádicas. Porém, daí em diante os desenvolvimentos do automóvel e dos seus componentes sucedem-se com uma distância temporal cada vez menor. Entre as muitas etapas da evolução do automóvel destacam-se alguns factos conhecidos. Henry Ford, em 1896, cria o quadriciclo (carro experimental) e na primeira década de 1900 funda a Ford Motor Company. A vela de ignição é patenteada, em 1902, na Alemanha, por Robert Bosh. Três décadas mais tarde, a Mercedes lança o primeiro automóvel ligeiro a diesel.

As evoluções sucedem-se; no entanto, sofrem um abrandamento no período da II Guerra Mundial.


Os primeiros testes de colisão são realizados, em 1951, pela Ford. Dois anos depois, Michelin inventa o pneu radial, o mais seguro e dinâmico da altura. Em 1978, emerge um novo conceito de automóvel, o carro solar, desenvolvido na Grã-Bretanha, que atinge os 13 Km/h. A indústria automóvel avança, assim, a passos largos. Na última década do século XX, esta começa a concentrar-se, devido à grande competitividade do mercado de vendas.


O número de automóveis produzido anualmente é astronómico. A Ford, a Toyota e a Voklswagen lideram uma produção mundial de mais de 100 milhões de automóveis, segundo dados do ano 2000.
A investigação automóvel encontra, actualmente, novos desafios. Uma das grandes preocupações é a carga de poluição do ambiente. O aproveitamento do combustível tem de ser melhorado.

A diminuição da potência e da cilindrada leva a gastos mais baixos, o que conduz à diminuição da capacidade de transporte. O grande desafio das marcas é conseguir modelos mais pequenos para um fácil acesso às cidades, os chamados "citadinos".


O desenvolvimento técnico do automóvel é cada vez mais electrónico, uma vez que as avarias mais frequentes se verificam neste tipo de componentes, que se têm tornado de maior fiabilidade.

 

 

 

 

Automóveis fabricados em Portugal

A primeira tentativa de desenvolvimento de uma indústria automóvel em Portugal remonta aos finais do século XIX. Em 1899, a Empresa Industrial Portuguesa tenta, sem sucesso, dar início à produção industrial de automóveis no nosso país. Outras tentativas se seguem. O seu carácter pontual e experimental não permite o seu sucesso. A indústria automóvel nunca alcança grande expressão como indústria nacional.

É na cidade do Porto que a produção de automóveis, em número reduzido, virá a ter algum sucesso. Na década de 30, Eduardo Ferreirinha idealiza e constrói um veículo de competição com base na mecânica Ford, o Edford. O fervor pelo desporto automóvel dá origem à transformação de vários automóveis de competição: o DM de Dionísio Mateu e Elísio de Melo; o Marlei de Mário Moreira Leite; o Alba; o Olda, o FAP e o Etnerap.

Na década de 1950, a Fábrica de Produtos Estrela desenvolve projectos para a produção de automóveis populares e de competição, assim como carroçarias de autocarros. Apenas estes dois últimos virão a ser produzidos.

Nos anos 70 e 80, algumas experiências de produção em série têm relativo sucesso, como são os exemplos da União Metalo Mecânica (UMM), da Portaro e do pequeno Sado. Em 1977, a UMM obtém uma licença da Peugeot e inicia a produção industrial de veículos todo o terreno.

Hoje em dia, a indústria nacional está perfeitamente consolidada destacando-se, em particular, a contribuição da Auto-Europa com um volume de produtos e uma percentagem determinante no fluxo de exportações.

 

  

 

 
 
 
publicado por meecanicaautomovel às 17:26

Como funciona um automóvel?

Para que um automóvel funcione é necessário accionar o motor. Para tal, existe um motor eléctrico de arranque que, ao ser accionado, dá início ao movimento de rotação da cambota. Como consequência, os êmbolos movimentam-se para cima e para baixo, dando início ao ciclo de sucessões de explosões que produzem a força motriz do motor.

Esta força motriz é transmitida às rodas do automóvel através do sistema de transmissão. Este é composto pela embraiagem, caixa de velocidades, veio de transmissão e diferencial.

A embraiagem, que se situa entre o motor e a caixa de velocidades, permite desligar a energia produzida pelo motor das restantes partes que compõe o sistema de transmissão. Só então podemos fazer accionar a caixa de velocidades, através da qual se controla a força motriz e a velocidade que é fornecida às rodas. Na última fase do seu percurso até às rodas, que é feito através do veio de transmissão, a energia proveniente do motor passa pelo diferencial. Este componente tem como função fazer variar a velocidade de uma das rodas permitindo, por exemplo, que numa curva a roda de dentro rode mais lentamente que a roda de fora.

 

Como funciona o motor?

O motor é a máquina que permite o movimento do automóvel. É este que transforma a energia calorífica, produzida pela combustão do carburante, em energia cinética capaz de imprimir movimento às rodas.

O carburante, que é constituído por uma mistura de gasolina e ar, é formado no carburador. Esta mistura é posteriormente admitida nas câmaras de explosão através das válvulas de admissão. Nos motores modernos, o carburador é substituído por um sistema de injecção de combustível. Os êmbolos, que se deslocam dentro dos cilindros, comprimem a mistura que é posteriormente inflamada pela vela de ignição. Ao inflamar-se, a mistura explode e expande-se, empurrando o êmbolo para baixo. O movimento dos êmbolos, para cima e para baixo, é convertido em movimento rotativo através da cambota, originando a força motriz do motor.

 

Motores Diesel vs Gasolina - Qual o Mais Poluente?

 

Em conversa com um amigo, discutia-mos quais os tipos de motores poderiam poluir mais o ambiente e o porquê da diferença de preços em diferentes tipos de motores. Depois de uma pequena pesquisa e análise a alguns livros consegui ter umas explicações curiosas e interessantes.

Os gases de escape são definidos por substâncias sólidas, liquidas ou gasosas que se combinam com o meio ambiente, alterando a composição natural do ar.
Os poluentes são substâncias libertadas pelo homem que prejudicam o meio ambiente de uma ou de outra forma. Podem classificar-se de acordo com vários critérios, por exemplos:

» Altamente tóxicos: Substâncias que causam danos directos ao Homem animais ou plantas;
» Tóxicos: Substâncias que causam danos quando em certas concentrações;
» Perigosos: Substancias que são perigosas em apenas certas condições e concentrações;
» Cancerígenos: Substâncias que causam cancro aquando contactos permanentes.

A maior parte das emissões ocorre durante a combustão do combustível e escapam-se para a atmosfera pelo sistema de escape. No entanto podem ocorrer emissões gasosas provenientes do cárter, devido à passagem de parte dos gases de combustão dacâmara de combustão para o cárter e à evaporação dos lubrificantes.

Alguma quantidade de combustível evapora-se do depósito de combustível, dependendo da temperatura exterior.

 

 

EMISSÕES DE POLUENTES
Os poluentes incluem basicamente as seguintes substâncias:

» Monóxido de carbono (CO): É uma toxina que ao ser inspirada, conduz à asfixia por falta de oxigenação das célula, tanto do Homem como nos animais mesmo em pequenas concentrações;
» Óxidos de Azoto (NO, NO2): São toxinas perigosas quando inspiradas. Contribuem para as chuvas ácidas e juntamente com os hidrocarbonetos ao origem a produtos agressivos como por exemplo, Ozono (O3). Esta substância produz uma camada protectora contra os perigosos raios solares na atmosfera superior, mas no nosso meio ambiente imediato, actua como uma toxina das células.
» Dióxido de Enxofre (SO2): É uma toxina perigosa quando inspirada. A sua proporção depende do petróleo em bruto utilizado na refinação para produzir o combustível.

Existem outros tipos de poluentes menos prejudiciais para a saúde que não iremos abordar.

MAIS EMISSÕES NOS MOTORES A GASOLINA OU NOS MOTORES A DIESEL?
Esta foi a principal razão de eu ter feito este artigo. A resposta é fácil, explicá-la é que se pode tornar mais complicado quando é assunto de discussão.
A gasolina utilizada nos motores é constituída quase exclusivamente por hidrocarbonetos. Devido aos diferentes graus de petróleo em bruto utilizado e dos aditivos sintéticos, contém também enxofre, chumbo ou outros compostos em pequenas percentagens. A gasolina é também muito volátil e evapora-se a temperaturas ambientes, como já tínhamos falado. O consumo de combustível nos carros a gasolina também é maior, logo irá original mais poluição.

Nos carros a diesel necessitam de mais ar para o seu funcionamento, do que os motores a gasolina. Este facto limita o valor da pressão efectiva mas por outro lado diminui a emissão de poluentes. Estes poluentes correspondem apenas - em média - a 5% dos ofensivos. Os restantes 95% são praticamente constituídos por dióxido de carbono, vapor de água, azoto e sulfatos. Para além disso, hoje em dia os automóveis a diesel possuem sistemas de análise e tratamento de gases muito avançado que reduz em grande escala as emissões.

CONCLUSÃO
Sem margens para dúvidas que os carros a diesel são menos poluentes que os carros a gasolina. Cada vez mais se procuram soluções para combater as enormes emissões de gases que os carros provocam. Como os carros a diesel são mais procurados pelos condutores, a tecnologia aliada à necessidade de fazer carros amigos do ambiente torna os motores a diesel nisso mesmo.

 

 

 

Disposições Do Motor E Dos Cilindros

 

Os automóveis, na sua maioria, têm o motor colocado na parte da frente. Quando estamos em frente a um desses automóveis podemos reparar que o seu motor tanto pode ser transversal ou longitudinal. Este dois tipos de disposição são assim definidos pelos construtores tendo cada um as suas vantagens e desvantagens.
Nos automóveis com tracção às rodas traseiras é mais comum vermos um motor longitudinal mas estes motores também são muito usados na forma mais convencional. Nestes casos, os construtores, não estão propriamente preocupados com o tamanho da frente do carro, pois ficará bem maior que os motores com disposição transversal.

Segue abaixo uma imagem ilustrativa dos dois tipos de motores:

DISPOSIÇÃO DOS CILINDROS
É muito comum as pessoas pensarem que nos automóveis os cilindros funcionem sempre na horizontal, mas na verdade existem outras disposições dos cilindros.

MOTOR EM LINHA

O tipo mais convencional de todos. Os cilindros estão colocados de forma “seguida” num só bloco e funcionam 2 a 2.
Neste caso o primeiro e quarto cilindro estão na posição superior a fazerem a compressão, enquanto o segundo e terceiro cilindro fazem a admissão.
Neste tipo de motores em linha, podemos ter de 2 a 8 cilindros.

MOTOR EM V


Os cilindros estão divididos em dois blocos podendo ter entre si ângulos de 60º, 90º, etc. Esta disposição é utilizada em motores com mais de 6 cilindros para ocupar menos espaço. Pode-se dizer que tem a desvantagem de ter duas árvores de cames que consequentemente irá utilizar duas correias de distribuição. Como é sabido, quantos mais componentes, mas avarias.

MOTOR DE CILINDROS OPOSTOS

Neste caso os cilindros estão dispostos em sentidos opostos divididos em 2 blocos de forma a criarem um ângulo de 180º entre si. Este tipo de disposição é ideal para carros com motores muito altos e de alta cilindrada. Mais utilizado em carros desportivos.

MOTORES EM ESTRELA

Não tenho nenhuma imagem disponível para exemplificar este motor mas para ficar com uma ideia, este motor é constituído por cilindros que formam uma estrela. Para simplificar, imagina uma estrela em que cada cilindro corresponde a cada ponta da mesma. Fica a informação que esta disposição é muito pouco utilizada, a sua reparação é de custos elevados e a origem de problemas é uma constante.

Existem sempre vantagens e desvantagens em cada tipo de motor. Cada um será indicado para determinado tipo de construtor e modelo a realizar.

Imagens HowStuffWorks!

publicado por meecanicaautomovel às 17:25

 

Parece ficção, mas todas as novidades apresentadas aqui já estão em fase de pesquisa

1 - NO CAMINHO CERTO

Hoje: há sistemas de GPS capazes de indicar no ecrã a posição exacta do automovel em cidades e estradas. Os mais modernos fazem o download de mapas directamente da internet.

Amanhã: em caso de acidente, o automóvel indicará automaticamente a posição do veículo para as equipas de resgate. Também poderá mostrar onde fica a oficina mais próxima quando surgir algum problema

2 - MOTORISTA PARA QUÊ?

Hoje: estradas com sensores que guiam carros já foram testadas nos Estados Unidos e na Europa. Os veículos passam de 100 km/h, mantendo distância de 6,5 metros entre si

Amanhã: estradas e avenidas com esses sensores aumentarão o fluxo em uma estrada de 2 mil para 5 700 automóveis por hora. Afinal, conforme diminui a distância entre os carros, maior é a capacidade da estrada.

3 - SEMPRE NA MODA

Hoje: no campo do design dos veículos, esforços para diminuir o tamanho do motor permitiram carros mais espaçosos e aerodinâmicos

Amanhã: a idéia mais radical na imaginação dos projetistas são carrocerias com fibras especiais, que mudariam de cor ao receber impulsos elétricos. Bastaria selecionar a nova cor pelo computador do carro

4 - ARRANQUE ECOLÓGICO

Hoje: os melhores protótipos de motores movidos a hidrogénio alcançam 140 km/h, com autonomia de 150 quilômetros. Há sistemas que convertem metanol e álcool nesse combustível não-poluente

Amanhã: o mais difícil será criar uma rede de distribuição de hidrogénio tão eficiente quanto a de gasolina.

VISÃO EXTRA

Hoje: Os carros topo-de-gama,actualmente `vêm com sistemas que detectam um obstáculo à frente, com autonomia para travarem sozinhos, além de faróis de xenônio, mais potentes

Amanhã: a tendência são faróis espertos, que acompanhem a direção do carro nas curvas, assim como sensores de infravermelho: no escuro, eles detectariam pessoas a cerca de 300 metros

OFICINA INSTANTÂNEA

Hoje: para que o carro absorva melhor os impactos, os modelos mais modernos são feitos com chapas gradualmente mais finas entre o "cockpit" (onde ficam o motorista e os passageiros) e o pára-choque

Amanhã: a chave é a pesquisa com materiais que tenham mais "memória". Ou seja, capazes de voltar à posição original após um choque. O ápice seria um carro que pudesse se desamassar sozinho

 

 

 

 

E os automóveis voadores?

Idéia não deve sair tão cedo dos desenhos animados

No velho desenho animado Os Jetsons, os personagens voavam com seus carros nas histórias que se desenrolavam no ano 2000.

Tecnologia para isso não falta e o protótipo mais avançado hoje é o Skycar, da norte-americana Moller International. Ele descola e aterriza verticalmente e chega a 644 km/h. O seu preço inicial e proibitivo: 1 milhão de dólares - com uma eventual produção em massa, o preço poderia cair para 60 mil dólares. O problema é que o controlo de tráfego aéreo nas cidades precisada ser todo reformulado. E o motorista teria de se formar como piloto antes de pegar no volante.

 

 

publicado por meecanicaautomovel às 17:06

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