Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Evolução Autómovel.



 

História

        

 

 

O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este foi produzido, em 1885, pelo alemão Karl Benz e possuía um motor a gasolina. Depois foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos, inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler.

 

 

Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte.

 

 

 

Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc.

 

No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza.

Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série.

 

 

 

 

Evolução

 

A evolução do automóvel até à máquina dos dias hoje foi muita. O automóvel evoluiu bastante desde a sua concepção, no século XIV, por Martini, pintor italiano. Do século XIV até ao final do século XIX registaram-se apenas evoluções esporádicas. Porém, daí em diante os desenvolvimentos do automóvel e dos seus componentes sucedem-se com uma distância temporal cada vez menor. Entre as muitas etapas da evolução do automóvel destacam-se alguns factos conhecidos. Henry Ford, em 1896, cria o quadriciclo (carro experimental) e na primeira década de 1900 funda a Ford Motor Company. A vela de ignição é patenteada, em 1902, na Alemanha, por Robert Bosh. Três décadas mais tarde, a Mercedes lança o primeiro automóvel ligeiro a diesel.

As evoluções sucedem-se; no entanto, sofrem um abrandamento no período da II Guerra Mundial.


Os primeiros testes de colisão são realizados, em 1951, pela Ford. Dois anos depois, Michelin inventa o pneu radial, o mais seguro e dinâmico da altura. Em 1978, emerge um novo conceito de automóvel, o carro solar, desenvolvido na Grã-Bretanha, que atinge os 13 Km/h. A indústria automóvel avança, assim, a passos largos. Na última década do século XX, esta começa a concentrar-se, devido à grande competitividade do mercado de vendas.


O número de automóveis produzido anualmente é astronómico. A Ford, a Toyota e a Voklswagen lideram uma produção mundial de mais de 100 milhões de automóveis, segundo dados do ano 2000.
A investigação automóvel encontra, actualmente, novos desafios. Uma das grandes preocupações é a carga de poluição do ambiente. O aproveitamento do combustível tem de ser melhorado.

A diminuição da potência e da cilindrada leva a gastos mais baixos, o que conduz à diminuição da capacidade de transporte. O grande desafio das marcas é conseguir modelos mais pequenos para um fácil acesso às cidades, os chamados "citadinos".


O desenvolvimento técnico do automóvel é cada vez mais electrónico, uma vez que as avarias mais frequentes se verificam neste tipo de componentes, que se têm tornado de maior fiabilidade.

 

 

 

 

Automóveis fabricados em Portugal

A primeira tentativa de desenvolvimento de uma indústria automóvel em Portugal remonta aos finais do século XIX. Em 1899, a Empresa Industrial Portuguesa tenta, sem sucesso, dar início à produção industrial de automóveis no nosso país. Outras tentativas se seguem. O seu carácter pontual e experimental não permite o seu sucesso. A indústria automóvel nunca alcança grande expressão como indústria nacional.

É na cidade do Porto que a produção de automóveis, em número reduzido, virá a ter algum sucesso. Na década de 30, Eduardo Ferreirinha idealiza e constrói um veículo de competição com base na mecânica Ford, o Edford. O fervor pelo desporto automóvel dá origem à transformação de vários automóveis de competição: o DM de Dionísio Mateu e Elísio de Melo; o Marlei de Mário Moreira Leite; o Alba; o Olda, o FAP e o Etnerap.

Na década de 1950, a Fábrica de Produtos Estrela desenvolve projectos para a produção de automóveis populares e de competição, assim como carroçarias de autocarros. Apenas estes dois últimos virão a ser produzidos.

Nos anos 70 e 80, algumas experiências de produção em série têm relativo sucesso, como são os exemplos da União Metalo Mecânica (UMM), da Portaro e do pequeno Sado. Em 1977, a UMM obtém uma licença da Peugeot e inicia a produção industrial de veículos todo o terreno.

Hoje em dia, a indústria nacional está perfeitamente consolidada destacando-se, em particular, a contribuição da Auto-Europa com um volume de produtos e uma percentagem determinante no fluxo de exportações.

 

  

 

 
 
 
publicado por meecanicaautomovel às 17:26

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